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Dores Mapeadas Investidores

Falta de pipeline qualificado de negócios

Muitos investidores reclamam de não ter acesso constante a bons negócios — ou seja, a dificuldade de encontrar empreendedores prontos e preparados continua sendo um gargalo.

Baixa preparação para auditorias (due diligence)

Quando o empreendedor não tem documentos, contratos e dados organizados, o processo de due diligence se torna longo e desgastante, gerando desistências.

Excesso de concorrência sem diferencial

Mercados saturados, sem inovação clara, diminuem as chances de retorno exponencial. Investir em “mais do mesmo” não é atrativo.

Saídas pouco claras (exit strategy)

Investidores precisam saber como irão recuperar seu capital com retorno. Negócios sem clareza de saída reduzem o apetite de investimento.

Dificuldade em acompanhar o desempenho após o aporte

Sem dashboards ou relatórios bem estruturados, o investidor fica sem visibilidade do que está acontecendo com o capital investido.

Baixa governança e transparência

A ausência de relatórios claros, contabilidade organizada e práticas de governança gera desconfiança e eleva a percepção de risco.

Incertezas regulatórias, fiscais e jurídicas

Negócios em setores pouco claros do ponto de vista legal (como fintechs, cripto ou saúde) podem trazer riscos de multas, bloqueios e inviabilidade futura. Problemas regulatórios, fiscais e jurídicos afastam investidores.

Mercados pequenos ou mal dimensionados

Muitos projetos miram em nichos tão limitados que não justificam o investimento. Sem potencial de escala, o capital não se multiplica.

Empreendedores despreparados para negociação

Quando os fundadores não entendem termos financeiros, jurídicos ou de valuation, a negociação se torna desgastante e lenta, afastando investidores mais experientes.

Equipes sem comprometimento ou experiência

Se a equipe não transmite confiança ou não demonstra competência para executar, o risco de falha é muito alto, mesmo com uma boa ideia.

Pouca adaptabilidade a mudanças de mercado

Negócios engessados, que não conseguem pivotar ou reagir rápido a crises, são vistos como investimentos de alto risco.

Dependência excessiva do fundador

Negócios centralizados em uma única pessoa criam risco de continuidade. Se o fundador sair, o negócio pode desmoronar.

Demora excessiva para retorno sobre o capital

Projetos que demoram muito a gerar resultados podem comprometer a liquidez da carteira, aumentando a ansiedade do investidor.

Conflitos entre sócios fundadores

Brigas internas destroem empresas promissoras e são um dos principais motivos para o fracasso de investimentos que tinham tudo para dar certo.

Risco de fraudes ou má-fé

Investidores temem empreendedores que manipulam dados, escondem dívidas ou apresentam informações distorcidas apenas para captar capital.

Excesso de otimismo nas projeções

É comum encontrar empreendedores com previsões irreais de crescimento. Isso afasta investidores, pois transmite falta de realismo e planejamento.

Medição inadequada de métricas financeiras

Indicadores mal calculados ou ausentes tornam difícil avaliar a real saúde do negócio. Isso leva o investidor a desconfiar do preparo do time.

Falta de informações confiáveis sobre os negócios

Muitos empreendedores chegam com projeções e planos bonitos, mas sem dados reais que comprovem a viabilidade. Isso gera insegurança, porque investir sem informações sólidas é como apostar no escuro.

Modelos de negócios frágeis ou sem escalabilidade

Negócios que dependem de muito esforço manual, sem potencial de crescer rápido, dificilmente atraem capital. Para o investidor, isso representa baixo retorno.

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