Baixo conhecimento sobre termos jurídicos e de equity

Muitos empreendedores chegam às negociações sem conhecer a fundo os termos jurídicos e financeiros que regem os investimentos em startups. Expressões como SAFE, valuation cap, vesting ou cláusulas de preferência soam complexas e, sem clareza sobre o que significam, o risco é enorme. De um lado, o investidor percebe falta de preparo e pode questionar a maturidade do time fundador; de outro, o próprio empreendedor corre o perigo de aceitar condições desfavoráveis simplesmente por não entender o impacto futuro de cada termo. Isso pode levar à perda de participação acionária maior do que o necessário, à limitação de decisões estratégicas ou até a conflitos jurídicos no futuro. Em resumo, a falta de familiaridade com essa linguagem cria insegurança, afasta investidores mais exigentes e pode comprometer a saúde do negócio a longo prazo.

